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Alunos de Direito da UEPG leva, projeto ‘Falando em Família’ a Palmeira

(Foto: Divulgação) - Projeto ‘Falando em Família’ expande ações e vai a cidades vizinhas
(Foto: Divulgação)

Alunos e professores do curso de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da Faculdade SECAL realizaram oficinas na Comarca de Palmeira (45 quilômetros de Ponta Grossa) em parceria com a Operação Rondon UEPG. As oficinas fazem parte do projeto de extensão ‘Falando em Família’, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex).

Coordenado pelas professoras Dirce do Nascimento Pereira e Zilda Mara Consalter (Departamento de Direito das Relações Sociais), o projeto tem objetivo de auxiliar na amenização dos prejuízos dos conflitos familiares por meio do incentivo à conciliação e à solução pacífica de dissensos visto que, desta forma, entende-se haver menos prejuízos no que se refere aos laços afetivos e, principalmente, menor risco de prejuízos de ordem material a todos os envolvidos.

De acordo com a professora Zilda Consalter, as oficinas acontecem uma vez por semana na sede do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC/Ponta Grossa). Para que elas aconteçam, os participantes são divididos em cinco subgrupos (compostos por ao menos dois docentes e cinco discentes) que se revezam no decorrer das semanas. “Cerca de quinze jurisdicionados são convidados a participar de cada oficina, que são dispostos em semicírculo para que as partes – pelo objeto da palavra – possam compartilhar o seu conflito e sanar as suas dúvidas processuais”.

A professora explica que, nas duas oficinas, o projeto foi levado à Comarca de Palmeira, a fim de estender aos jurisdicionados daquele foro, a oportunidade de receber informações sobre seus conflitos judiciais. “Importante destacar que o foco do projeto são os jurisdicionados que possuem ações de divórcio e alimentos nas Varas de Família, com famílias que tenham ao menos um filho que possa ser classificado como adolescente ou criança". Na primeira oficina foram ouvidos oito jurisdicionados; na segunda foram ouvidos 12. "O intuito é que em cada oficina sejam propostas formas de resolução de conflitos, demonstrando a importância do acordo não só para a boa convivência familiar, mas principalmente para o bom desenvolvimento dos filhos, que são os maiores prejudicados com o conflito existente entre os pais. Outra perspectiva é que os jurisdicionados tenham ampla liberdade para falar a respeito do seu conflito, e que suas eventuais dúvidas sejam sanadas".

Colaboração Assessoria de Imprensa.