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Animais resgatados de criação irregular passam por tratamento

(Foto: Valdecir Galor/SMCS) - Animais resgatados de criação irregular passam por tratamento
(Foto: Valdecir Galor/SMCS)

O destino dos 65 animais que foram resgatados de uma criação irregular no bairro Tatuquara, em Curitiba, na última terça-feira (31), está sob análise da Prefeitura de Curitiba e da Agencia de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), responsável pela produção, trânsito e abate de animais da atividade agropecuária no Paraná. A preocupação das entidades é a questão da saúde pública.

A Prefeitura de Curitiba explicou, pelo Facebook, sobre os riscos que a venda ilegal de carne clandestina pode causar. A administração municipal se pronunciou após ser questionada por uma internauta. “Por se tratarem de animais de produção, eles são regidos por uma legislação distinta, completamente diferente dos animais de companhia. Os interessados na adoção devem registrar suas propriedades na ADAPAR, estando dentro da legalidade e assumindo os requisitos necessários para a adoção e tratamento de um animal sem histórico. Faremos o possível para ajudar os candidatos na adoção a receberem estes animais.”

Foram resgatados dois cavalos, seis ovelhas, sete vacas, 50 aves (galinhas, gansos, patos, perus e marrecos) e 130 porcos. Os animais estão em tratamento e ficarão em quarentena por 10 dias. “Lembrando que se tratam de bovinos e caprinos. Os equinos possuem legislação específica e seguirão para o procedimento já adotado pela Prefeitura para adoção. As aves ficarão na casa de educação ambiental da secretaria municipal do Meio Ambiente, onde será garantido que sua produção não será para consumo humano”, informou.

“A Prefeitura deve avaliar a possibilidade de doação nesse período. No entanto, alguns cuidados precisam ser tomados por questões sanitárias. É responsabilidade da Prefeitura garantir que a carne desses animais não seja consumida em função dos riscos à saúde”, publicou a administração municipal.