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Após determinação judicial, prefeitura assume coleta a partir de quarta-feira em Maringá

Cerca de uma semana após o início dos trabalhos da Constroeste na coleta de lixo em Maringá, o contrato com a prefeitura já será suspenso. O Ministério Público sustenta que o processo licitatório teve irregularidades e pediu a sua anulação. A Justiça determinou a paralisação temporária até que a ação seja julgada.

A empresa Constroeste só segue no serviço de coleta e destinação do lixo até a quarta-feira (31), depois o município assume com caminhões e servidores próprios. O promotor Pedro Ivo Andrade defende que faltou transparência na contratação, já que o município não informou como definiu a quantia de lixo produzida em Maringá e o valor que seria pago pela tonelada.

“A população que paga a conta desse serviço tem que saber, tem que estar bem claro isso para a população”, defendeu o promotor.

Preço

O contrato foi firmado em R$ 30 milhões ao ano para coleta e destinação dos resíduos, mas cálculos da Câmara de Maringá indicam que o mesmo serviço poderia ser prestado por R$ 13 milhões. A licitação não foi questionada apenas pelo MP e Legislativo, mas pelo Observatório Social.

O chefe de gabinete da Prefeitura de Maringá, Luiz Carlos Manzato, defende que os cálculos apresentados pela Câmara e OS estão incompletos e informou que o município vai recorrer da decisão.