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Após espera, obras de quadras de escolas municipais devem sair apenas em novembro

(Foto: Pedro Carrano / Sismuc) - Obras de quadras de escolas municipais devem sair apenas em novembro
(Foto: Pedro Carrano / Sismuc)

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (Sismuc) publicou em seu site, nesta segunda-feira (29), uma reportagem indicando que a prefeitura vai retomar apenas neste ano obras de quadras cobertas em três escolas municipais. A matéria mostra que as escolas aguardam há anos a conclusão dos trabalhos, o que prejudica o desenvolvimento de importantes atividades nestes espaços.

As três escolas são Cecília Westphalen, no bairro Sítio Cercado; Jurandir Mockel, no Pinheirinho; e Santa Ana Mestra, no Campo do Santana. Os profissionais que atuam nestas escolas procuram alternativas para suprir a demanda de aprendizado que poderia ser sanada com a utilização das quadras.

Conforme o Sismuc, a complexidade das obras é baixa. O sindicato cita que os trabalhos, após anos de paralisação, foram reiniciados em janeiro deste ano, com previsão inicial de entrega para maio.

A reportagem do Sismuc apresenta um posicionamento da prefeitura sobre o caso. A administração municipal cita que as obras das quadras cobertas das três escolas estão em execução. Uma nova estimativa apontada pela prefeitura indica que as obras devem ser finalizadas em novembro de 2016.

“Em 2009, as obras das quadras das escolas Santa Ana Mestra e Jurandir Baggio Mockell foram paralisadas porque a empresa executora abandonou a obra. Em 2013, esta gestão buscou a retomada das obras, tratando o caso como prioridade e trabalhando em diferentes frentes tais como: adequação dos projetos, renovação do convênio, orçamento, licitações entre outros. (...) Cecília Westphalen não foi licitada naquele momento. A construção das quadras está prevista em dois contratos de repasse, com recursos da Caixa Econômica Federal que somam R$ 800 mil e contrapartida da Prefeitura Municipal de R$ 720.101,77”, traz a nota reproduzida na reportagem do Sismuc.

Com a previsão das obras para novembro, há risco de os alunos terminarem mais um ano letivo sem as quadras.

Colaboração Sismuc