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Após três anos, fumacê volta a ser aplicado na cidade

(Foto: Secom/Prefeitura de Maringá) - Após três anos, fumacê volta a ser aplicado na cidade
(Foto: Secom/Prefeitura de Maringá)

Depois de três anos, o fumacê voltou a ser usado para o combate ao mosquito Aedes aegypti em Maringá. Os primeiros bairros que receberam o veneno foram Conjunto Madri, Jardim Paraíso, Cidade Alta, Cidade Canção, Grevíleas I e II, Parque Residencial Avenida, Morangueira e Conjunto Léa Leal.

Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram que Maringá tem 5.144 notificações de dengue, com 723 casos confirmados. Ainda são três pessoas com chikungunya e 17 com zika vírus.

Segundo a enfermeira do Programa Municipal de Combate à Dengue, Zika e Chikungunya, Janete Veltrini Fonzar, o fumacê é um reforço necessário por conta da alta no número de notificações e também devido à epidemia de dengue em cidades vizinhas.

Na região de Maringá, Iguaraçu  e Paiçandu entraram na lista de municípios epidêmicos esta semana, o que reforça a necessidade do fumacê, que será aplicado em 40 bairros no total.

Segundo Janete Veltrini Fonzar, o combate ao mosquito Aedes Aegypti por meio de inseticida está sendo realizado desde janeiro deste ano. A diferença é que era feito através da bomba costal, ou seja, manualmente. Segundo ela, de janeiro até o momento, foram 214 mil bloqueios.

A orientação é que as pessoas abram as janelas das casas quando o carro com fumacê passar.