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Auditores da Receita Federal fazem greve e motoristas ficam retidos no porto seco de Maringá

Cerca de 50 caminhões ficaram retidos no porto seco de Maringá nesta quinta-feira (21), impedidos de seguir viagem. Duas vezes por semana, auditores da Receita Federal estão paralisando as atividades para pressionar o governo pelo reajuste salarial. Uma das consequências da greve é o atraso no serviços.

O caminhoneiro Ênio de Oliveira destacou que são dias de prejuízos e que se fica longe da família. O motorista Sílvio Cavalcante defende que o governo precisa dar uma resposta aos auditores, encerrando a greve. “Nós não podemos pagar pelos problemas entre eles”, declarou.

O porto seco de Maringá recebe, por mês, cerca de 200 caminhões, que movimentam R$ 10 milhões entre produtos para importação e exportação. Com os prejuízos aos trabalhos, os auditores esperam forçar o governo a conceder o reajuste de 21,3%.

Em março, o Executivo prometeu o aumento parcelado em quatro anos, mas até então, não enviou o projeto de lei para o Congresso. Veja a matéria de William Souza e Alex Magosso da Rede Massa/TV Tibagi.