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Cadeia Hildebrando de Souza tem superlotação histórica com 760 presos

Hildebrando hoje possui 760 presos, muito acima das 208 vagas disponíveis (Foto: Divulgação) - Cadeia Hildebrando de Souza tem superlotação histórica com 760 presos
Hildebrando hoje possui 760 presos, muito acima das 208 vagas disponíveis (Foto: Divulgação)

A Cadeia Pública Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, registrou em outubro uma de suas maiores superlotações da história. Os números divulgados pelo Departamento de Execuções Penais (Depen) da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária, apontam para 760 detentos no espaço, que é projetado para 208 pessoas. De acordo com a presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Ponta Grossa (Conseg), o número nesta segunda-feira (17) chegou a 772.

De acordo com o Depen, oito presos já foram transferidos e outros 12 tiveram a mudança autorizada e devem seguir para a Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG) até o fim desta semana. O Departamento esclarece ainda que “vem buscando alternativas junto ao Judiciário, solicitando a revisão de pena dos custodiados, como também a transferência de alguns presos para suas regiões de origem”.

Segundo Jane, membros do Conseg se reuniram nesta segunda-feira com o secretário de Segurança Pública, Wagner Mesquita. Entre várias questões levantadas sobre a pasta, o Conseg pediu providências para que haja redução no número de presos do ‘Cadeião’, além da retirada das mulheres da unidade prisional porque, segundo ela, o local não possui estrutura para receber presas.

Veja abaixo a íntegra da nota do Depen:

A cadeia pública tem 760 presos hoje.

Já foram autorizadas 20 transferências da Cadeia Pública Hildebrando de Souza (CPHS) para a Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG). Destes, oito presos já foram removidos e os demais devem ser encaminhados essa semana para a Penitenciária.

Esclarecemos ainda, que a transferência de presos é de responsabilidade do Comitê de Transferência de Presos (COTRANSP) local, presidido pela Vara de Execução Penal (VEP) de Ponta Grossa.

Por fim, informamos que a direção da unidade vem buscando alternativas junto ao Judiciário, solicitando a revisão de pena dos custodiados, como também a transferência de alguns presos para suas regiões de origem.