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Câmara de Ponta Grossa aprova ‘lei do papel higiênico’

O ‘projeto do papel higiênico’ rendeu polêmica, mas foi aprovado na Câmara de Vereadores de Ponta Grossa. Para começar a valer, o prefeito Marcelo Rangel ainda precisa sancionar a lei, de autoria do vereador Aguinel Batista (Rede).

A proposta do parlamentar exige que todos os banheiros públicos da cidade tenham papel higiênico, sabonete, fraldário e outros itens à disposição da comunidade. “Nós pretendemos que as pessoas que utilizem os banheiros públicos tenham o mínimo de estrutura básica nos banheiros, e também ter no mínimo quatro vezes ao dia alguém para desinfestar os banheiros”, explica o vereador.

Na praça Barão do Rio Branco, por exemplo, no centro da cidade, normalmente tem papel higiênico, mas o usuário do banheiro precisa pedir para um dos funcionários do local. Já o sabonete, é mais difícil de encontrar. Mas a prefeitura garante que os locais oferecem estrutura suficiente aos usuários.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, Alessandro Lozza, explica que o município tem funcionários à disposição do usuário nos banheiros públicos. “Eles normalmente trabalham com a limpeza e têm também o material à disposição das pessoas”, completa.

O vereador Walter Souza (PROS) declarou ser contra a proposta e, apesar de voto vencido na Casa de Leis, explica o porquê. “Nós temos outras coisas muito mais importantes para discutir, como o Plano Diretor, o plano de saneamento básico, do que ficarmos mais de uma hora discutindo esse projeto. Não que ele deixe de ter o seu valor, mas creio que nós temos que dar algumas prioridades para o município”, esclarece.

Colaboração Priscila Koteski, da Rede Massa.