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Candidatos apresentam propostas para Guarda Municipal de Maringá

Sabatina aconteceu com sete dos oito candidatos (Foto: Sismmar) - Candidatos apresentam propostas para Guarda Municipal
Sabatina aconteceu com sete dos oito candidatos (Foto: Sismmar)

Sete dos oito candidatos a prefeito de Maringá participaram de uma sabatina durante a 1ª Audiência Pública da Guarda Municipal, realizada na última sexta-feira (26). Cada um deles teve cinco minutos para apresentar suas ideias, segundo regras acordadas previamente em uma reunião com a participação dos próprios prefeituráveis ou representantes de campanha.

Participaram do evento Flávio Vicente (Rede), Herculano Ferreira (PT do B), Humberto Henrique (PT), Investigador Nilson (PSOL), Priscila Guedes (PSTU), Ulisses Maia (PDT) e Wilson Quinteiro (PSB). Apenas Silvio Barros não compareceu e, segundo o Sindicato dos Servidores Municipais (Sismmar), que organizou a audiência, não informou o motivo da ausência.

Propostas dos candidatos

FLÁVIO VICENTE (REDE)

Disse ser favorável ao armamento e treinamento. Comentou que trabalhará pela aprovação do Estatuto da Guarda Municipal. Disse que promoverá o diálogo dos assuntos de segurança pública acima dos interesses político/partidários. Defendeu o uso de câmeras de segurança de alta resolução.

HERCULANO FERREIRA (PT DO B)

Defendeu a Guarda Municipal equipada e armada, mas com treinamento baseado na experiência bem-sucedida de grandes centros. Falou da importância de ter uma GM com equipamentos novos e não sucateados, de modo a suprir demandas da segurança pública com eficácia. Comprometeu-se a criar a Escola de Formação da GM.

HUMBERTO HENRIQUE (PT)

Disse que é preciso cumprir a Lei Orgânica, de modo a equipar a Guarda Municipal. Comprometeu-se a armar e treinar a GM e a criar um plano específico de cargos e carreira para a categoria, com salário compatível com a função. Disse que vai criar a Secretaria Municipal de Segurança Pública, conforme plano de governo registrado na Justiça Eleitoral. Falou em criar uma Escola de Formação da GM.

INVESTIGADOR NILSON (PSOL)

Defendeu o armamento com treinamento, para evitar erros por parte dos guardas. Propôs a criação de conselhos de bairros para ajudar na segurança pública e a instalação de 15 módulos de segurança na cidade, com câmeras de vigilância e guardas municipais em cada uma dessas unidades. Defendeu uma GM de caráter comunitário para atuar juntamente com os conselhos municipais.

PRISCILA GUEDES (PSTU)

Defendeu uma polícia civil única, controlada pelos trabalhadores, por meio de conselhos populares. Disse que é preciso avançar nos salários de todos os servidores e não apenas dos guardas municipais. Criticou o fato de a GM ser chefiada por um militar que não é servidor municipal. Disse que é preciso investir na atuação preventiva e não repressiva.

ULISSES MAIA (PDT)

Comprometeu-se a ter como diretor da Guarda Municipal um servidor de carreira da GM, conforme especifica a lei. Defende o armamento e treinamento da GM, citando Londrina como exemplo. Disse que fará a revisão do PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) dos servidores municipais, de modo a corrigir distorções, como no caso da GM. Lamentou a ação do comando da Guarda, que proibiu parte da categoria de estar no evento.

WILSON QUINTEIRO (PSB)

Destacou que segurança pública não é mais dever só do Estado. Defendeu a Guarda Municipal armada e treinada, citando como exemplos as guardas de Foz do Iguaçu e Sarandi. Prometeu um plano de cargos e salários adequado ao contexto de periculosidade dos guardas municipais. Disse que é preciso pensar Maringá como metrópole e que, sendo assim, é necessário estimular outros municípios da região a terem suas guardas municipais. Falou sobre a viabilidade de uma GM montada, além de armada. E avaliou que a Prefeitura tem orçamento compatível para promover a ampliação da GM.

SILVIO BARROS (PP)

Não compareceu e não comunicou o motivo da ausência. Teve seu nome anunciado duas vezes para o uso da palavra, conforme protocolo pré-definido.

Colaboração Assessoria de Imprensa