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CCZ alerta para risco de dengue, Chikungunya e Zika Vírus

O trabalho de inspeção dos agentes continua normalmente (Foto: Divulgação) - CCZ alerta para risco de dengue, Chikungunya e Zika Vírus
O trabalho de inspeção dos agentes continua normalmente (Foto: Divulgação)

O Centro de Controle de Zoonoses está concluindo esta semana o terceiro levantamento de 2016 do índice de infestação por Aedes aegypti (LIRAa) em todo município. O LIRAa é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, chikungunya e zika vírus, doenças transmitidas pelo mosquito infectado. 

O levantamento identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito e os tipos de recipientes com água parada, que servem de criadouros mais comuns. 

A pesquisa proporciona informação qualificada para o desenvolvimento das ações de prevenção e controle, que poderão ser intensificadas de acordo com o resultado. No último levantamento, realizado em março, o índice apresentou 1,19% de infestação em toda cidade.

Os agentes de endemias estão visitando as casas e notificando os moradores que apresentarem focos do Aedes aegypti em suas residências. Entre todas as regiões visitadas, uma das que apresentou casos confirmados de dengue é a região do bairro Três Lagoas.

O trabalho de inspeção dos agentes continua normalmente independente da realização do LIRAa, pois o combate ao mosquito acontece durante todo o ano.

Com o frio o processo de nascimento do mosquito que transmite a dengue e outras doenças se tornas mais lento, pois a maturação leva mais tempo em temperaturas baixas, com isso, o risco de transmissão de doenças diminui. Mas o Centro de Controle de Zoonoses alerta para que os cuidados ao combate do mosquito sejam mantidos.

“Durante o inverno o nascimento do mosquito tende a ser mais lento e com isso, a transmissão das doenças também diminui, até porque as pessoas se agasalham mais impedindo o contato do Aedes aegypti com o corpo humano. Mas é importante salientar que ainda existem mosquitos vivos que levam um tempo médio de até 40 dias para morrer e mesmo que a sua atividade seja menos ativa nos dias de frio, precisamos manter os mesmos cuidados de prevenção para evitar novos índices de proliferação futuros”, explicou o agente educador do CCZ, Thiago Cavalcanti.

O CCZ mantém as visitas com agentes de endemias, ao todo são 100 agentes realizando as vistorias de casa em casa, sendo que cada agente chega a visitar uma média de 25 residências por dia.

A contribuição dos moradores, mantendo limpos os quintais e terrenos baldios, é fundamental mesmo durante o frio, destaca Cavalcanti. 

“Precisamos que toda população continue em alerta contra o mosquito, pois esta luta deve ser contínua”.

Colaboração: Assessoria de imprensa