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Comissão vai a Curitiba reivindicar funcionários para o HU

(Foto: Divulgação / UEL) - Comissão vai a Curitiba reivindicar funcionários para o HU
(Foto: Divulgação / UEL)

O presidente da Comissão de Seguridade da Câmara de Vereadores de Londrina, vereador Gustavo Richa (PSDB), agendou para a próxima quarta-feira (20), em Curitiba, uma reunião com o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, João Carlos Gomes, para discutir propostas que possam reverter a suspensão de consultas no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina (HU), anunciada nesta sexta-feira (15). Durante entrevista coletiva, a superintendente do hospital, Elisabeth Ursi e a reitora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Berenice Jordão, argumentaram que a falta de pessoal impede o normal funcionamento da unidade, que trabalha com equipes incompletas.

“Desde fevereiro estamos conversando com a direção do HU sobre os problemas da falta de pessoal e de infraestrutura do hospital, mas a suspensão dos serviços é inadmissível”, disse o vereador, informando que a Comissão de Seguridade vai trabalhar pela normalização das atividades do Centro de Queimados, e a reunião na próxima semana em Curitiba é uma das primeiras providências. Além dos integrantes da Comissão de Seguridade composta ainda por Lenir de Assis (PT) e Gaúcho Tamarrado (DEM), devem participar do encontro na capital do Estado a direção do HU e da UEL e o secretário municipal de Saúde, Gilberto Martin.

Falta de pessoal

No início de março, Gustavo Richa e Lenir de Assis participaram de uma reunião realizada na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para discutir a reposição de servidores nos hospitais universitários do Estado. Naquela oportunidade, a superintendente do HU de Londrina informou que na instituição existiam 338 vagas em aberto, o que representava 15,53% do quadro funcional. Destas vagas, 92 eram de servidores que aguardam apenas a nomeação. Ainda segundo a superintendente, se persistir a demora em repor servidores, a projeção é de que em 2019 a defasagem chegue a 38%, “inviabilizando o hospital”.

Colaboração Assessoria de Imprensa.