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Comunidade universitária denuncia insegurança e UEM promete providências em Maringá

Quem passa pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) à noite teme pela segurança com a iluminação precária. São cerca de cem vigilantes para patrulhar todo o campus com a ajuda de sete motocicletas. Relatos de roubos dentro da instituição e nos arredores são comuns. Esta semana, uma mulher chegou a ser baleada ao tentar fugir de um assalto. 

Diante da insegurança gerada nos alunos e servidores, a UEM pretende instalar 157 câmeras até o fim deste ano. Os equipamentos vão funcionar com um software inteligente, ligados a bancos de dados nacionais, como do Detran. Se um veículo com alerta de furto chegar ao campus, a Polícia Militar será automaticamente acionada, por exemplo. 

Em relação à iluminação, desde o ano passado, a universidade tenta uma parceria com a Copel para remodelamento dos postes, tanto para melhorar a visibilidade quanto para diminuir custos. Outra medida é a contratação de 20 novos vigias.

Enquanto isso, quem passa pelo campus prefere andar em grupo para se proteger.

Colaboração Geovan Petry e Creval Sabino