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Delegado indiciou PM por homicídio doloso qualificado, por motivo fútil; manutenção da prisão depende da Justiça

(Foto: Ricardo Vilches/Rede Massa) - PM é indiciado por homicídio doloso qualificado, por motivo fútil
(Foto: Ricardo Vilches/Rede Massa)

Trinta dias se passaram desde que Gilson da Costa de Camargo, de 28 anos, foi assassinado em um campo de futebol, em Campina Grande do Sul. O delegado responsável pelo caso, Messias da Rosa, disse na manhã desta quarta-feira (17), que o inquérito já foi concluído e enviado ao Ministério Público e à Justiça. “Já faz alguns dias que concluímos e enviamos o inquérito. Ele foi indiciado por homicídio doloso qualificado, por motivo fútil”, disse.

Sobre o acusado permanecer preso ou não, o delegado explicou que agora, depende da Justiça. “Ele foi preso temporariamente por 30 dias [a prisão ocorreu no dia 21 de julho], portanto ainda está valendo. Mas, se a prisão preventiva será decretada, ou se ele responderá pelo crime em liberdade, é uma decisão do MP e da Justiça”, explicou.

O crime que vitimou Gilson da Costa de Camargo, foi registrado em Campina Grande do Sul, na tarde de 17 de julho, em um campo de futebol. O acusado, que é policial militar, teria atirado em Gilson pelas costas. O suspeito chegou a alegar que a vítima estava armada, e que teria tentado atirar contra o policial, que chegou a apresentar um revólver de calibre 38 como sendo a aram que a vítima estaria portando no dia dos fatos. No entanto, as imagens e os depoimentos de testemunhas revelaram que Gilson não estava armado.