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Dor e comoção marcam enterro de bebê morto em acidente

Foi enterrado na manhã desta segunda-feira (16) o corpo de Felipe Gabriel Shermak Antunes, de dois meses de idade. O bebê estava em um carro que se envolveu em um acidente na noite de sábado (14) na Avenida Carlos Cavalcanti. Viaturas da Polícia Ambiental acompanharam o cortejo porque o pai da criança faz parte da corporação.

O veículo dirigido pela mãe de Felipe fez uma conversão proibida e provocou o acidente. A criança foi arremessada para fora do veículo e chegou a ser socorrida. O bebê foi levado para o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã de domingo (15).

No local do acidente, ficaram as marcas da tragédia. Com a força do impacto, até mesmo o para-brisa do carro se desprendeu.

Crianças com a idade de Felipe devem sempre estar no bebê-conforto. Porém, no momento do acidente, ele estava no colo de uma ocupante do veículo. A morte da criança reforça mais uma vez a importância do uso deste tipo de equipamento. “A partir do momento que entrou no veículo, tem que seguir as regras de segurança. Regra foi feita para ser seguida e a segurança da criança e do condutor vem em primeiro lugar”, esclarece o tenente Verner, comandante do Pelotão de Trânsito do 1º Batalhão de Polícia Militar.

Trafegar de carro com crianças sem usar cadeirinha é considerado infração gravíssima. “Pelo artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, é uma infração gravíssima, com sete pontos na carteira. Mas isso é o que menos importa. O que mais importa é a segurança do seu filho no transporte do veículo”, completa.

Colaboração Marrara Laurindo, da Rede Massa.