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Em Maringá, Sérgio Moro defende divulgação de grampos entre Lula e Dilma Rousseff

No evento comemorativo dos 50 anos do curso de Direito da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o juiz federal Sérgio Moro defendeu o fato de ter tornado público o grampo telefônico que gravou os telefonemas entre o ex-presidente Lula (PT) e a presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

Para uma plateia de aproximadamente mil pessoas na noite de quarta-feira (11), Sérgio Moro argumentou que a publicidade dos grampos não teve motivação política, mas foi baseada em uma interpretação jurídica.

O magistrado não quis comentar sobre a votação que culminou no afastamento da presidente Dilma Rousseff. Em uma noite de reflexão sobre ética no Direito, ele avaliou que a corrupção é sistêmica no país, um problema que precisa ser pensado além das paixões políticas.

Moro encerrou a noite bastante aplaudido pelo público.