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Entenda por que o 'Japonês da Federal' foi preso

(Foto: Antonio More / Estadão Conteúdo) - Entenda por que o 'Japonês da Federal' foi preso
(Foto: Antonio More / Estadão Conteúdo)

A prisão de Newton Ishii, não foi a única relacionada ao processo decorrente da Operação Sucuri. Outras quatro pessoas ligadas à Polícia Federal tiveram as sentenças emitidas.

Em nota, o juiz Pedro Carvalho Aguirre Filho, da 3ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, explicou a situação. Conforme o juiz, as ações correm em segredo de Justiça, no entanto, diante dos inúmeros pedidos de explicações referentes ao início da execução das penas, ele decidiu emitir nota oficial.

Ainda segundo o juiz, as sentenças de Ishii e de outras quatro pessoas, são referentes a ação penal 2003.70.02.004491-7, que foi desmembrada da “Operação Sucuri”.

São réus nesta ação, Ocimar Alves de Moura, Marcos de Oliveira Miranda, Newton Hideroni Ishii, Adriano da Costa Luetz e Rogério Fleury Watanabe.

Em segunda instância, Ishii, Moura e Miranda, após todos os recursos, foram condenados pela prática do crime de facilitação do contrabando, com pena de 4 anos, dois meses e 21 dias de prisão, no regime semiaberto, mais pagamento de 95 dias-multa, arbitrados, cada um, no valor equivalente a 1/4 (um quarto) do salário mínimo vigente na data da publicação da sentença.

Como efeito da condenação, foi mantida a pena de perda do cargo público dos réus Moura e Miranda. Ainda na decisão, a Justiça considerou afastar a pena de perda do cargo público de Ishii, por conta de sua aposentadoria datar de antes da sentença. Moura e Miranda, foram condenados também com a perda do cargo público, no entanto, Miranda, que estaria residindo atualmente em Brasília, e que também foi condenado a perder a função pública, também estaria ‘aposentado por invalidez’.

Na terça-feira (7), Ocimar Alves de Moura, foi preso e recolhido à carceragem da Polícia Federal de Foz do Iguaçu. Como o acusado Adriano da Costa Luetz, morreu, sua pena foi extinta. Rogério Fleury Watanabe foi absolvido.

Colaboração Justiça Federal de Foz do Iguaçu