22°
Máx
17°
Min

Agentes de saúde fazem ação de bloqueio em combate ao Aedes

Bloqueios contemplam 300 metros do ponto suspeito (Foto: Divulgação/Comunicação Curitiba) -  Agentes de saúde fazem ação de bloqueio em combate ao Aedes
Bloqueios contemplam 300 metros do ponto suspeito (Foto: Divulgação/Comunicação Curitiba)

Em tempos de dengue, Zika e chikungunya, todas transmitidas pelo Aedes aegypti, todos estão entrando na luta contra o mosquito. Desde a última semana está em vigor em todo País o “Pacto da Educação Brasileira de Combate ao Zika”, que tem o objetivo de propor às escolas debates, distribuição de panfletos e ações que busquem eliminar o mosquito transmissor da doença.

O enfoque do Zika vírus se dá pela gravidade das sequelas e da relação da doença com casos de microcefalia. As instituições de ensino das redes estaduais e municipais já aderiram a ação, e agora, o Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), em parceria com a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), orienta as instituições da rede particular de ensino a participarem de forma ativa da campanha. A intenção do Sindicato é transformar a escola em centro de conscientização da comunidade.

Em Curitiba, a administração pública também segue reforçando o combate ao mosquito e vem promovendo bloqueios de transmissão nas regiões onde se confirmaram ou há casos suspeitos das três possíveis doenças.

A ação iniciou na última semana no Bairro Cajuru e segue por tempo indeterminado. O bloqueio consiste em atingir todos os imóveis num raio de 300 metros da casa da pessoa doente ou com suspeita das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

A coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, Juliana Martins, explica que o objetivo principal da ação de bloqueio é evitar que a pessoa doente ou com suspeita da doença seja picada pelo mosquito, que poderá transmitir a doença para outras pessoas.

Nas visitas, os agentes seguem a rotina determinada pelo Ministério da Saúde: orientam os moradores e sanam suas dúvidas; observam as condições do imóvel, dentro e fora; eliminam os pontos com risco de facilitar o aparecimento de focos do mosquito; e coletam larvas que venham a ser encontradas. Se isso acontecer, é preciso abrir um novo raio de 300 metros para desenvolver a ação de bloqueio, que nesse caso é ampliada.

Juliana explica que nos depósitos em que não é possível retirar a água parada, por eles serem muito grandes ou pesados, nem cobrir, é feito o tratamento químico, com poder de ação de dois meses.

Colaboração Sinepe e Assessoria Comunicação Curitiba