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Estudante da UEPG relata tentativa de estupro dentro de Campus

Crime aconteceu na manhã de sábado no campus de Uvaranas da UEPG (Foto: Divulgação / UEPG) - Estudante da UEPG relata tentativa de estupro dentro de Campus
Crime aconteceu na manhã de sábado no campus de Uvaranas da UEPG (Foto: Divulgação / UEPG)

Uma estudante da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) usou as redes sociais para denunciar uma tentativa de estupro ocorrida dentro de campus de Uvaranas. O crime aconteceu na manhã de sábado (13), período em que, segundo a assessoria da universidade, o local estava vazio por conta do recesso de carnaval.

“Hoje [sábado] de manhã por volta de 9 e 10 horas estava caminhando na pista de atletismo da UEPG no campus de Uvaranas e quando estava indo embora próximo ao bloco de educação física no sentido do Flat um indivíduo branco, de estatura média alta de mais ou menos 30 anos e usando uma camiseta branca, bermuda jeans que andava de bicicleta tentou me molestar fisicamente. Na hora fiquei muito assustada e sai do Campus. Liguei para o 190 e acionei os guardas, fiz uma ronda com o encarregado de segurança porém não encontramos o sujeito”, relata a jovem.

 A instituição esclarece que, devido à extensão territorial do campus, é difícil manter todos os locais com vigilantes. A assessoria confirma ainda que não tem como impedir a entrada de ninguém no campus e, por isso, algumas “pessoas mal intencionadas” conseguem ter acesso à área. Além disso, os vigias são treinados apenas para fazer a segurança patrimonial e não possuem treinamento e equipamento para fazer a segurança de pessoas.

A recomendação passada aos estudantes é que não andem sozinhos e evitem circular pelo campus com celulares ou outros aparelhos eletrônicos à mostra, o que pode chamar a atenção de bandidos. Além disso, uma parceria com a Polícia Militar, estabelecida no ano passado após uma série de assaltos ocorridas no mesmo lugar, leva viaturas a realizarem patrulhamentos dentro do campus e nas imediações.

“Peço que fiquem atentos os frequentam o Campus porque assim como aconteceu comigo pode acontecer com qualquer um”, conclui a estudante.