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Execução de homem em frente à Reitoria da UFPR é esclarecida

(Foto: Polícia Civil do Paraná) - Execução de homem em frente à Reitoria da UFPR é esclarecida
(Foto: Polícia Civil do Paraná)

A morte de Samuel Sadraque Sanches, de 34 anos, foi esclarecida. Ele foi executado quando estava em um bar próximo à reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no centro de Curitiba, no dia 17 de agosto deste ano.

Um dos suspeitos de cometer o crime, um homem de 26 anos, foi identificado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e preso há poucos dias pela Delegacia de São José dos Pinhais (Região Metropolitana), por roubo.

De acordo com as investigações, o homicídio foi motivado por disputas por pontos de tráfico de drogas entre quadrilhas rivais do centro e do Bairro Alto. O crime foi premeditado pelo suspeito preso e seu comparsa, Allan Diego Franco, que também participou do crime.

Crime

Na noite do assassinato, dois homens chegaram em um HB20 branco roubado e atiraram contra a vítima, que estava em um bar. Samuel tentou fugir em direção ao seu carro, estacionado em frente à UFPR, onde estava seu filho adolescente, mas foi alvejado no caminho.

Após a morte de Samuel, os dois suspeitos soltaram fogos de artifício em frente ao velório da vítima, em comemoração ao crime.

Allan foi morto menos de 24 horas depois do crime, no dia 18 de agosto. Ele foi assassinado em um Megane preto estacionado em frente a uma casa de espetinhos no Bairro Alto. Com ele estavam outras três pessoas. O suspeito preso também estaria no carro no momento do atentado, foi atingido por um tiro de raspão, mas conseguiu fugir. “Existem fortes indicativos de que a morte de Allan ocorreu devido a comemoração feita em frente ao velório”, relatou Sabrina Barreiros, delegada responsável pelas investigações.

O suspeito preso já tem passagens criminais por furto, roubo, tráfico de drogas, homicídio, receptação e associação ao tráfico. Ele vai responder pelo crime de homicídio qualificado. “As investigações prosseguem para juntar laudos periciais e outras provas necessárias para a finalização do inquérito policial. Já com relação a chacina, quem tiver mais informações sobre o caso as denúncias poderão ser feitas de forma anônima e gratuita pelo telefone 0800 643 1121”, finaliza a delegada.

Colaboração Daniela Borsuk/ Polícia Civil