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Explosivo interrompe operação do Gaeco no Instituto de Criminalística em Londrina

Membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) realizaram, na manhã desta sexta-feira (5), uma operação com foco em um asala na sede do Instituto de Criminalística que seria do diretor-geral do Instituto de Criminalística do Paraná, Daniel Filipetto.

A investigação era feita em um cômodo usado como depósito dentro da sede do instituto, na rua do Escoteiro, região central de Londrina, quando uma banana de dinamite foi encontrada, paralisando as investigações.

O esquadrão antibomba de Curitiba foi acionado e retirou o material, que será encaminhado para Curitiba para análise. Segundo policiais do Bope, em caso de detonação, o artefato causaria estragos em um raio de até 100 metros.

A sala investigada era usada por Filipetto para guardar documentos e materiais para perícia, e estaria trancada há cerca de três anos, sem acesso autorizado a outras pessoas.  O Ministério Público instaurou um procedimento preparatório para investigar o motivo do fechamento, e não teria recebido retorno sobre um pedido de informações.