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Floridos, ipês dão o tom da primavera em Curitiba

Floridos, ipês dão o tom da primavera em Curitiba

O inverno chega ao fim nesta semana e basta olhar ao redor para perceber que a primavera já marca presença nas ruas, parques, bosques e jardins da cidade. No Dia da Árvore, nesta quarta-feira (21), a celebração fica por conta do espetáculo dos ipês amarelos.

A árvore do ipê é geralmente alta, bem copada e na floração fica totalmente sem folhas, transformando-se em um enorme buquê. Nativa da floresta de Araucárias, a espécie é indicada para arborização urbana porque, além da beleza, tem raízes profundas que não comprometem as calçadas.

Espalhados por todas as regiões da cidade, os ipês de Curitiba têm em média 30 anos de idade e porte médio, alcançando de dez a 12 metros de altura. Protegidos por legislação específica, os exemplares da Praça Tiradentes, da Avenida Manoel Ribas e da Rodoviária de Curitiba não podem ser cortados.

Os ipês gigantes são, por exemplo, os da Praça Tiradentes. Árvores de grande porte, elas têm como uma de suas principais características a florada amarela com folhas brancas por dentro. Já o ipê de várzea responde por boa parte do colorido na Rodoviária. São árvores de menor porte e com a copa mais aberta.

É dessa espécie o ipê mais famoso da cidade que, por ter baixa estatura e uma copa frondosa, parece querer alcançar o chão com seus galhos floridos. Quando estes perdem as flores, o espetáculo se repete no chão, ao formar um tapete colorido, num tom dourado que reluz de longe.

Mas nem só de amarelo é feita a cor da primavera em Curitiba. Ipês de flores brancas, rosas ou roxas também se espalham pela cidade que tem em torno 300 mil árvores e cerca de 77 milhões de metros quadrados de vegetação nativa de porte arbóreo.

Colaboração Assessoria de Imprensa