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Guardas municipais e patrimoniais discordam sobre unificação em Maringá

Um embate entre guardas municipais e patrimoniais ocorreu nessa quinta-feira (14), na Câmara Municipal de Maringá. A proposta de unificação dos servidores em uma corporação trouxe atrito e motivou o adiamento da votação de um projeto de lei por dez sessões.

Os vereadores Luciano Brito (SD) e Chico Caiana (PTB) apresentaram um projeto para criação da cédula de identidade funcional dos guardas, com anotação de liberação para porte de arma, acesso aos transportes públicos e locais sujeitos à fiscalização. A previsão de uma emenda de junção dos servidores motivou a discussão.

Porém, a Guarda Muncipal, formada por 131 integrantes, não quer a junção, pois prevê contestação jurídica em virtude do porte de arma, já que os vigias patrimoniais não são habilitados. Eles pedem a aprovação do Estatuto da Guarda, com base em uma lei federal.

Já os patrimoniais (160) ganham R$ 329 a menos. Por isso, pedem equiparação salarial e de carreira. Devido ao embate, a matéria foi retirada de discussão para tentativa de acordo com os servidores.

Confira a matéria de Índio Maringá e Rubens Stramaro da Rede Massa/TV Tibagi.