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Influenza está sob controle no Paraná, mas é preciso manter a vacinação

(Divulgação/Osnei Restio/Fotos Públicas) - Influenza está sob controle no Paraná, mas é preciso manter a vacinação
(Divulgação/Osnei Restio/Fotos Públicas)

O surto de H1N1 em São Paulo, vem acendendo o alerta em relação à doença para todo o Brasil. Quem não se lembra do ano de 2009, em que as máscaras de proteção e o álcool gel se popularizaram, assim como o medicamento Oseltamivir, o popular Tamiflu? Foram dias de tensão e de corrida aos postos de saúde em busca da vacina de imunização contra o vírus H1N1.

Bem, aqui no Paraná, a situação está sob controle, de acordo com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, nenhuma morte foi registrada neste ano e a quantidade de casos tanto das síndromes respiratórias agudas graves (SRAG), quanto das síndromes gripais, estão dentro da normalidade.

Este ano, até o momento, a Sesa registrou dois casos de SRAG e sete de síndromes gripais. Em todo o ano de 2015, foram 36 casos de SRAG e 102 de síndromes gripais. No ano passado, quatro pessoas morreram em decorrência de SRAG.

Apesar disso, é importante lembrar que a vacina deve ser tomada todos os anos.

Vacina e prevenção

A vacina é uma importante ferramenta de prevenção e a campanha nacional de imunização começa no dia 30 de abril. De acordo com a assessoria da Sesa, por enquanto não há necessidade de antecipar o início da vacinação, porém, as doses começam a ser enviadas pelo Ministério da Saúde a partir de 1º de abril e nada impede de já serem aplicadas. “Volto a destacar que não há necessidade de antecipar, mas assim que as doses forem entregues elas podem ser aplicadas”.

O Ministério da Saúde explica que serão três remessas entre 1º e 15 de abril em que os estados receberão 25,6 milhões de doses da vacina contra a influenza. A Campanha acontece em todo o país do dia 30 de abril a 20 de maio, sendo o dia 30 de mobilização.

Medidas de prevenção continuam sendo importantes, entre elas, lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas que facilitam a transmissão de doenças respiratórias.

O MS destacou também que o Oseltamivir está disponível em todos os estados e deve ser administrado nas primeiras 48 horas do início dos sintomas.

Idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade têm risco maior de desenvolver complicações devido à influenza.

Influenza

A influenza nada mais é do que uma gripe. É uma doença viral febril, aguda. Os sintomas são febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por tosses ou espirros. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas e não está relacionado com epidemias; Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos, como o H1N1 e o H3N2), que circulam atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do H7N9.

Colaboração Ministério da Saúde