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Insegurança causa aumento de câmeras, alarmes e vigilância privada em Maringá

A sensação de insegurança em Maringá está crescendo. Prova disso são os aumentos nos pedidos por câmeras, alarmes e vigilância privada. Relutante, a Polícia Militar admite que tem falhas, mas coloca a culpa nas audiências de custódia.

Uma empresa de segurança de Maringá registrou um aumento de mais de 20% na instalação de alarmes, nos últimos seis meses. No caso da venda de câmeras, as estatísticas mostram ampliação de mais de 200%.

Em relação aos seguranças, eram 380 profissionais em 2015 e 550 somente no primeiro semestre deste ano. Essa foi a solução adotada, por exemplo, por comerciantes da Rua Santos Dumont, na região central de Maringá.

Mesmo assim, crimes continuam acontecendo. Um supermercado no Jardim Oásis, por exemplo, foi assaltado 24 vezes. As estatísticas mostram um aumento no número de arrombamentos a estabelecimentos.

Foram 582 no primeiro semestre de 2015 contra 600 no mesmo período deste ano. Entre as áreas mais visadas da cidade estão a Zona 7 e a região central. A Polícia Militar admite problemas, como a dificuldade para manutenção da frota, que tirou veículos das ruas.

Porém, defende que a liberação de presos por meio das audiências de custódia tem ajudado a ampliar as estatísticas. Confira a primeira matéria da série de reportagem feita por Célia Martinez, Geovan Petry, Marcos Vinicius e Creval Sabino, veiculada na Rede Massa/TV Tibagi.