27°
Máx
13°
Min

Nova sede do IML em Londrina não tem prazo de conclusão

(Foto: Jorge Woll. SEIL/DER) - Nova sede do IML em Londrina não tem prazo de conclusão
(Foto: Jorge Woll. SEIL/DER)

A construção da nova sede do Instituto Médico Legal (IML) de Londrina, na Via Expressa ao lado do 4º Distrito Policial, vai completar um ano de atraso no início de abril e não há prazo definido para conclusão. É o que demonstra documento do Setor de Engenharia e Arquitetura da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SESP), encaminhado ao deputado estadual Tercilio Turini em resposta a questionamentos apresentados na Assembleia Legislativa do Paraná.

Segundo a Secretaria de Segurança, a obra foi iniciada em 7 de abril de 2014 e deveria terminar em 2 de abril de 2015, ao valor contratual de R$ 4.530.399,59. Até o dia 17 de fevereiro, data do documento, a construtora havia recebido R$ 1.985.480,10 e tinha R$ 988.907,69 em créditos por serviços executados no ano passado e não pagos. A SESP informa que a dívida já foi reconhecida para trâmites administrativos de pagamento.

Conforme o documento, existem R$ 1.786.574,24 assegurados pela Secretaria de Fazenda do Estado para quitação das pendências de 2015 e continuidade da obra. No entanto, relata que a finalização da nova sede do IML vai precisar de mais R$ 758.345,25, não considerando aditivos e reajustes que possam ocorrer.

O processo da obra tramita atualmente na Paraná Edificações para pagamento das faturas em atraso e aprovação de cronograma físico- financeiro de continuidade da construção. “A finalização da obra está condicionada à disponibilidade orçamentária e financeira do Estado, no entanto os serviços necessários poderão ser concluídos num prazo de 180 dias após a regularização das pendências financeiras e administrativas”, diz o documento.

Quanto aos mobiliários e equipamentos para funcionamento do novo IML de Londrina, “estão em processo de finalização de estudo dos elementos técnicos que constituirão o procedimento licitatório, visto que não serão utilizados os da atual sede”, informa a Secretaria de Segurança, acrescentando que “tal estudo leva em consideração o cronograma de execução da obra, face as questões de logística de entrega, funcionamento e garantia”.

(com assessoria de imprensa)