24°
Máx
17°
Min

Ônibus do Superbus chegam a Londrina e entram em operação neste mês

Ônibus do Superbus chegam a Londrina e entram em operação neste mês

A fábrica da Marcopolo, com sede em Caxias do Sul (RS), liberou dois ônibus do modelo Viale BRT que serão usados no Superbus, projeto de mobilidade urbana em fase de implantação em Londrina. Um dos veículos chegou à cidade na quarta-feira (1º) e outro desembarcaria na tarde desta quinta (2).

Os modelos já chegaram com as artes nas cores vermelha e preta, incluindo a logomarca do projeto e bandeira do município.

O ônibus articulado tem 18,9 metros de comprimento com maior largura interna, com configuração de poltronas que amplia área livre e facilita a circulação dos passageiros. Os veículos já vêm preparados para internet sem fio, sistema wi-fi já utilizado em parte da frota de Londrina.

 Segundo o assessor executivo da prefeitura de Londrina, Carlos Geirinhas, a expectativa é de que eles comecem a circular pela cidade e fiquem à disposição dos usuários já na segunda quinzena de junho.

"Por enquanto, estes modelos articulados não poderão fazer todas as linhas. Ele atende a trajetos mais retilíneos, sem curvas acentuadas. Ainda é necessária toda uma infraestrutura para que o projeto seja efetivamente implantado. Ao final de 2018 tudo deve estar pronto”, afirma Geirinhas. “Mas o usuário já vai sentir grande diferença. Os veículos têm motor traseiro e suspensão a ar, o que muda completamente quando se passa em um buraco, trazendo mais conforto à viagem".

Sobre o restante do projeto, Geirinhas confirmou que o projeto da interseção entre as avenidas Leste-Oeste e Dez de Dezembro, próximo à rodoviária, deve ser entregue em um prazo de 50 dias para, em seguida, entrar na fase de licitação da obra, com conclusão prevista em 12 meses.

Na próxima terça-feira (7), será assinada a ordem de serviço para implementação de 77 abrigos, que devem ser entregues ainda este ano.

 “É um projeto bastante vasto, que precisa de cuidado para ser implantado. Temos problemas graves de mobilidade urbana. Se colocarmos todas estas obras em execução simultaneamente, a cidade vira um caos. Estamos mexendo em vias importantes e de grande fluxo na cidade, então precisamos nos planejar para desviar o trânsito”, conclui Geirinhas.