22°
Máx
17°
Min

PDT ainda avalia posicionamento em relação à prisão de vereador

(Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Maringá) - PDT ainda avalia posicionamento em relação à prisão de vereador
(Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Maringá)

O diretório municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT) ainda avalia como vai se posicionar em relação à prisão do vereador Luizinho Gari, acusado de violência doméstica. A ex-esposa, que possui medida protetiva contra o parlamentar, voltou a denunciá-lo após supostamente receber ameaças. A Delegacia da Mulher então pediu a prisão preventiva, decretada pela juíza Mônica Fleith.

O presidente do PDT em Maringá, César França, conversou com o vereador após a prisão e informou que o partido aguarda o desenrolar dos fatos para decidir como proceder.

“É um problema de divórcio, com problemas de pensão, é um problema familiar particular dele. Até onde eu sei, não houve um motivo justo para ser decretada a prisão preventiva dele”, declarou.

Inicialmente, França declarou que a prisão se baseava em fofocas. Questionado se a Justiça tomaria uma decisão com base em boatos, ele admitiu ter cometido uma gafe e ratificou a resposta.

“O partido vai tomar a decisão baseado em fatos, mas deixando claro que o partido não tolera nenhuma violência contra a mulher”, disse.