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Pelo menos três UPAs prometidas na campanha de Fruet foram ‘descartadas’

Imagem ilustra obras da UPA de Tatuquara (Foto: Reprodução) - Fruet prometeu, mas voltou atrás na construção de UPAs
Imagem ilustra obras da UPA de Tatuquara (Foto: Reprodução)

Os atendimentos na área de Saúde, ou a falta de atendimento, unidades precárias, falta de medicamentos, de profissionais e até de ‘descaso’, já são bastante conhecidos dos curitibanos que dependem da saúde pública na Capital. Nas redes sociais os relatos referentes a problemas são fartos, mesmo que a administração municipal insista em afirmar que “está tudo bem e que investimentos foram feitos”.

A reportagem do Massa News foi buscar junto ao ‘Plano de Governo’ do atual Prefeito, apresentado na campanha eleitoral de 2012 os compromissos com a saúde. Entre as inúmeras promessas, estavam “a construção de Centros Municipais de Urgências Médicas (CMUMs), no Tatuquara, Matriz, Pilarzinho Uberaba e Santa Felicidade”.  Fato é que, algumas unidades não saíram do papel.

A reportagem questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre o caso, que respondeu que “o compromisso para a construção de novos CMUMs foi parcialmente atingido”, isso levando em conta a UPA Matriz (Inaugurada em maio de 2014). A administração também conta como integrante do pacote as obras da UPA Tatuquara, que ainda não foram concluídas, mas que “fica pronta ainda este ano”, conforme a assessoria.

Já sobre as demais unidades, a assessoria justifica que “os centros a que se referem o plano de campanha são na verdade Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), e que as unidades dos bairros Pilarzinho, Uberaba e Santa Felicidade não foram inseridas no Plano Municipal de Saúde 2014-2017”. Para não as inserir no “Plano Municipal de Saúde”, a secretaria elenca ‘justificativas’, como por exemplo, “a Identificação do custo global para manutenção do pleno funcionamento de cada UPA e a identificação de que cerca de 80% das pessoas que buscam atendimento em UPAs poderiam ser atendidos em Unidades Básicas de Saúde (UBSs)”.

Os valores investidos na parte ‘efetivada’ do compromisso, não foram divulgados pela assessoria.