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Polícia Civil paralisa atendimentos em dia de protesto

Os policiais civis que integram a 13ª Subdivisão Policial (SDP) de Ponta Grossa também aderiram à paralisação estadual da categoria nesta segunda-feira (1º) para pressionar o governo do Estado. O Sindicato das Classes Policiais do Estado do Paraná (Sinclapol) denuncia a falta de efetivo para os trabalhos diários e pede a contratação de mais investigadores para dar conta do número de inquéritos em andamento.

Com a paralisação desta segunda, foram suspensos os atendimentos diários, como confecção de boletins de ocorrência e de carteiras de identidade. Apenas as situações mais graves de flagrante serão atendidas durante todo o dia. A paralisação termina à 0h de terça-feira (2).

De acordo com o diretor regional do Sinclapol, Elter Taets Garcia, o Paraná hoje conta com 4,3 mil policiais, quando na verdade o ideal para desempenhar as funções específicas da Polícia Civil seria de pelo menos 12 mil agentes. “Estamos fazendo a paralisação hoje para compartilhar com a população as dificuldades que nós policiais civis temos”, esclarece.

Além da contratação de novos policiais e de aquisição de materiais de trabalho, como coletes à prova de balas, a categoria também pede que a guarda de presos seja transferida para o Departamento de Execuções Penais (Depen) e que os presos condenados deixem as carceragens e sejam levados para penitenciárias. Os policiais também pedem o pagamento de promoções e progressões, que estão acumuladas há pelo menos dois anos.

Colaboração Priscila Koteski, da Rede Massa.