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Polícia de Camboriú cumpre mandado contra Osmar Bertoldi

Osmar Bertoldi morava no centro de Camboriú (Foto: Divulgação/Nani Gois/Alep) - Polícia de Camboriú cumpre mandado contra Osmar Bertoldi
Osmar Bertoldi morava no centro de Camboriú (Foto: Divulgação/Nani Gois/Alep)

O suplente de deputado federal Osmar Bertoldi que estava foragido da Justiça foi preso em Camboriú na noite de quarta-feira (24).

 O advogado de defesa do acusado, Claudio Dalledone confirmou a prisão e relatou que neste primeiro momento pretende informar a Justiça paranaense sobre a prisão de seu cliente e pedir que ele seja transferido para Curitiba. “Assumi a defesa há pouco e inda estou me inteirando sobre todo o caso, mas vamos trazê-lo para o Paraná e avalio também entrar com pedido de habeas corpus”, disse.

O advogado afirmou que pretende demonstrar a Justiça que a situação não teria ocorrido da forma que está sendo divulgada. “A motivação para o desentendimento entre as partes foi financeira. A denunciante havia pedido muito dinheiro diante do término da relação deles, e diante da negativa teria gerado tudo isso”.
A prisão foi efetuada em ação conjunta entre policiais militares do 12º Batalhão de Polícia Militar de Camboriú e agentes da Agência de Inteligência da Polícia Federal de Itajaí. Segundo o comandante do BPM, tenente coronel Evaldo Hoffmann, a polícia recebeu a informação de que Bertoldi teria fixado residência na região central de Camboriú. “Nós já estávamos investigando e a Polícia Federal também recebeu uma informação semelhante, então cruzamos as informações e executamos a ação”, explicou. “Montamos campana próximo ao local e quando avistamos ele cumprimos o mandado”.

O coronel relatou que Bertoldi morava na Rua 2.800 e que não reagiu à prisão. “Correu tudo dentro da normalidade”.

O preso foi encaminhado ao Complexo Canhanduba, onde deve permanecer até a transferência para Curitiba.

 O caso

O mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça para Osmar Bertoldi foi motivado pelos crimes de lesão corporal dolosa, constrangimento ilegal, ameaça, redução a condição análoga à escravidão e cárcere privado, além de estupro. Todos esses crimes teriam sido praticados contra  a ex-mulher do político, Tatiane Bittencourt.