Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Polícia identifica vigilante que cometia furtos desde 2014

Polícia identifica vigilante que cometia furtos desde 2014

A Polícia Civil de Pato Branco identificou um homem suspeito de cometer uma série de furtos em residências, empresas e até órgãos públicos na cidade. O suspeito, que não teve a identidade revelada, confessou que cometia os crimes desde 2014 e, durante um período até ser identificado, chegou a trabalhar como vigilante, o que o ajudava a cometer os crimes. Pelo menos seis casos já foram ligados a ele, mas a polícia acredita que o número possa ser maior.

De acordo com o delegado Nilmar Manfrin, foi possível chegar ao suspeito porque ele usava as redes sociais para vender os produtos furtados. “Com a colaboração da comunidade de Pato Branco, também descobrimos que o carro avistado nos locais de furto batia com o veículo do suspeito”, completa a autoridade policial. Ele já tinha furtado televisores, ferramentas, eletrodomésticos, roupas, sapatos e joias, além de vários outros produtos.

Trabalho como vigilante

Segundo o delegado, o homem também trabalhou como vigilante durante alguns períodos e usava da credibilidade da profissão para estudar suas vítimas e cometer os furtos sem levantar suspeitas. Ele mesmo confessou que agia sozinho e que ninguém desconfiava dele por se tratar de um vigia. “[O suspeito] escolhia as casas na parte da noite e estudava as características das vítimas, a hora em que estariam em casa e qual seria o melhor momento para cometer as ações”, ressalta Manfrin.

Comércio nas redes sociais

Foi tentando vender os produtos furtados que o homem acabou identificado. Os produtos que eram vendidos pelo Facebook e pelo Whatsapp batiam com os objetos que constavam em boletins de ocorrência. O homem revelou que o primeiro crime foi cometido em 2014 e seis casos já foram confirmados com ele como autor, mas a polícia acredita que o número possa ser muito maior pelo período em que ele vinha agindo.

Nos últimos meses, o homem estava trabalhando em uma construção e também desviou produtos e materiais de lá. A Polícia Civil pede que pessoas a foram vítimas de furto durante esse período compareçam à delegacia para reconhecer e retirar seus bens eventualmente recuperados. O suspeito foi ouvido e liberado e a polícia avalia a necessidade de pedir por sua prisão preventiva.