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Polícia investiga se houve alteração do local onde copeira foi baleada

A polícia investiga a possível alteração do local onde Rosária Miranda da Silva, de 45 anos, foi baleada na cabeça, na madrugada do dia 23 de dezembro do ano passado. Duas pessoas estiveram no bar em que o crime aconteceu, no bairro Centro Cívico, horas após a situação. A vítima morreu dias depois.

Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento registraram a visita de dois policiais do Nucria antes mesmo da perícia ser realizada no local. Eles são colegas de trabalho da policial civil suspeita de ter atirado contra Rosária.

“Eles estão designados em outra delegacia que não tem qualquer competência para investigar um crime de homicídio”, comentou o advogado Ygor Salmen, que representa a família de Rosária, se referindo ao fato de que o Nucria é responsável por investigar crimes contra crianças e adolescentes.

“Se há uma violação de um local de um crime, uma hipótese de ocultação de materiais que podem elucidar um crime, eles podem ser responsabilizados por isso. Tenho certeza que não foram de boa vontade e livre espontânea vontade e é curioso o fato deles trabalharem na mesma unidade”, disse.

Bala

Outro detalhe que ainda não foi esclarecido é onde está a bala que atingiu a cabeça de Rosária. O hospital em que ela ficou internada garantiu que a bala não foi retirada, mas o projétil, que poderia indicar de que arma saiu o tiro que atingiu a mulher, ainda não foi encontrado.


Colaboração Rede Massa