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Polícia não encontrou celular de homem que assediou criança no WhatsApp

(foto: Rodrigo Marques/Rede Massa) - Polícia não encontrou celular de homem que assediou criança no Whats
(foto: Rodrigo Marques/Rede Massa)

A delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) de Londrina, Lívia Pini, concluiu o inquérito do caso do homem de 25 anos acusado de assediar uma criança de 12 anos em troca de mensagens no WhatsApp.

Ele foi indiciado pelos crimes de aliciamento de criança  (pena de um a três anos de prisão) e tentativa de exploração sexual (quatro a dez anos de prisão). O caso segue para o Ministério Público e tem como base principal a perícia realizada no celular da vítima. O celular do homem não foi encontrado.

Ederson Reis dos Santos segue preso na Penitenciária Estadual de Londrina.

Relembre o caso

Ederson usou o WhatsApp para convencer uma criança de apenas 12 anos a marcar um encontro com ele. O rapaz só não esperava que o irmão da criança pegasse o celular dela e continuasse a conversa. Frases de cunho sexual e até imagens da genitália foram enviadas.

As conversas haviam começado na tarde de terça-feira (19), e o rapaz disse ter encontrado o telefone da menina em um grupo de WhatsApp.

Se passando pela criança, o irmão marcou o encontro em uma praça do jardim Bandeirantes. Quando Ederson chegou ao local, foi agredido a pauladas, socos e pontapés por várias pessoas que o aguardavam.

Ele foi encaminhado ao Hospital Universitário, onde ficou escoltado por policiais, e recebeu alta na manhã seguinte, sendo preso por se tratar de crime inafiançável.