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Policiais civis de Maringá e Apucarana paralisam atividades para pressionar governo do Estado

Em Maringá e Apucarana, policiais civis paralisaram as atividades nesta segunda-feira (1º), em um dia de mobilização em todo o Paraná para pressionar o governo do Estado. A categoria denuncia as condições precárias de trabalho e pede também mais contratações.

Com a greve desta segunda-feira, apenas os flagrantes estão sendo atendidos. O Sindicato das Classes Policiais do Estado do Paraná (Sinclapol) denuncia que a situação é alarmante no interior, com escalas de serviço que sobrecarregam os trabalhadores, coletes à prova de bala vencidos e cerca de 10 mil nas delegacias sob a guarda de policiais.

Em Curitiba, os policiais vão até o Centro Cívico, onde farão uma entrega simbólica dos coletes e pedirão respostas do governador Beto Richa.

Reivindicações

Representante do Sinclapol em Maringá, o investigador Daniel da Silva destacou que um dos principais problemas está no desvio de função. Ao invés de investigarem crimes, os servidores têm sido destinados a guarda de presos. Além disso, o número de policiais - cerca de 4 mil em todo o estado - é insuficiente.

A categoria pede contratações e também a passagem da segurança dos presos a agentes, com a transferência dos detentos condenados a penitenciárias. Outra reivindicação é pelo pagamento de progressões e promoções, algumas aprovadas desde 2014.

A paralisação vai até a 0h de terça-feira (2), com o atendimento apenas de flagrantes e crimes graves.

Colaboração Índio Maringá da Rede Massa