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Policiais civis de Maringá entram em greve e fazem apenas BOs de violência

Assim como os servidores administrativos e professores da rede estadual de educação e Universidade Estadual de Maringá (UEM), os policiais civis da 9ª Subdivisão Policial começaram esta segunda-feira (17) de braços cruzados. Eles entraram em greve para forçar o governo do Estado a pagar a data-base prevista para janeiro de 2017.

Em 2015, a administração estadual fez uma proposta de reposição da inflação que deu fim à paralisação do funcionalismo. Porém, um dia após as eleições municipais deste ano, o governador Beto Richa (PSDB) mandou uma emenda à Assembleia Legislativa do Paraná.

Alegando a necessidade de reequilíbrio fiscal, o governo quer suspender o reajuste, o que é considerado pelos servidores um calote. Por isso, os policiais civis paralisaram nesta segunda-feira. Como prestam um serviço essencial, 30% do efetivo será mantido apenas para atendimento de boletins de ocorrência de crimes contra a vida e perícias em local de morte. 

O Instituto de Identificação vai atender somente o público que possui prioridade, como idosos, pessoas com deficiência e ainda casos de desaparecimentos. A categoria lembra que existe um déficit de servidores, tanto de escrivães quanto delegados e investigadores, o que também vem sendo debatido com o governo há anos. 

Colaboração Índio Maringá da Rede Massa