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Prefeitura busca doadoras de leite para abastecer banco

A Secretaria Municipal de Saúde está intensificando as ações para estimular a doação de leite nos casos em que a produção da doadora for maior que a necessidade do seu filho. As ações vão desde a abordagem de mães no Ambulatório do Recém-nascido de Risco (onde faz a Vacina BCG, no Hospital da Criança), entrega de panfletos e cartazes nas maternidades, chegando até as Unidades Básicas de Saúde, onde foi enviado material informativo.

Ponta Grossa conta hoje com 60 doadoras, coletando cerca de 80 litros de leite por mês para 30 recém-nascidos. O ideal seria coletar cerca de 130 litros mensalmente.

O leite materno pasteurizado atende à demanda dos recém-nascidos hospitalizados em Ponta Grossa, em especial os internados nas UTIs neonatais. “Esse leite vai fazer a diferença na vida dessas crianças, pois sabemos da grandiosidade dos benefícios que só o leite materno propicia, as vezes é a diferença entre a vida e a morte desses bebês”, comenta a coordenadora do Banco de Leite, Ana de Bastiani.

Como doar

A mãe que quiser fazer parte do banco de doadores deve entrar em contato pelo telefone (42) 3026-9403 ou ir ao Banco de Leite, das 8h às 14h. Para que a mãe possa doar o leite ela precisa amamentar o próprio filho e ser saudável: não pode beber, fumar ou tomar medicamentos.

“Acreditamos que na nossa cidade existam mães com potencial para a doação. Esperamos a sensibilização das mães para realizar esse gesto solidário, e com isso salvar a vida de muitos bebês”, Ana.

As mães que tiverem dificuldades para ir até o Banco de Leite podem entrar em contato com o Banco, a equipe vai até a residência para buscar o leite coletado.

“Elas só precisam tomar certos cuidados durante a retirada, como usar uma touca, higienizar o material a ser usado, armazenar o leite em um frasco esterilizado e, após a coleta, guardá-lo no congelador”, alerta Ana.

Coleta

Uma vez por semana, a equipe passa na casa de cada doadora para levar o leite para a central. As mães que se sentirem inseguras ou não souberem como proceder podem solicitar ajuda ao banco, que envia uma enfermeira para ajudá-la. Ela irá ensinar a melhor maneira para coletar o leite e também fazer a higienização e o armazenamento. Além de orientar sobre a coleta, a equipe repassa informações sobre a saúde da mulher e do filho.

Assim que chega na central, o leite doado passa por um rígido processo de análises clínicas e pasteurização para depois ser encaminhado para as maternidades de Ponta Grossa. O material que não passa pelo controle de qualidade é descartado. O Banco de Leite Humano de Ponta Grossa, instalado no Hospital da Criança João Vargas de Oliveira.

Colaboração Assessoria de Imprensa.