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Presos autores de homicídio no Tatuquara

(Foto: Divulgação/Polícia Civil) - Presos autores de homicídio no Tatuquara
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Dois homens foram presos nesta terça-feira (24), durante operação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no bairro Umbará, em Curitiba. Eles são acusados de matar, a pedradas, Cristiano da Silva Rosa, 27, em setembro do ano passado, no bairro Tatuquara. Outros dois envolvidos estão foragidos.

Trinta policiais da DHPP participaram da operação realizada na Vila Tripa, para o cumprimento de quatro mandados de prisão e cinco de buscas e apreensão. Os suspeitos, informou o delegado responsável pelas investigações, Renato Coelho de Jesus, fazem parte de uma organização criminosa que disputa o tráfico de drogas na região do Ceasa e invasão da vila e são investigados em vários outros homicídios ocorridos nos últimos oito meses.

“Contra eles existem diversas denúncias de homicídios e tráfico de drogas e mais de cinco inquéritos policiais que apuram o envolvimento de ambas organizações nas mortes locais”, afirmou Coelho. Foram presos Wesley Gabriel Ferreira Barros, de 22 anos e Suzano da Silva, 28. Eles vão responder por homicídio e podem pegar até 30 anos de prisão.

Estão foragidos os irmãos Danilo Gardino de Barros, 24 anos, conhecido como “Bila” e Denilson Gardino de Barros, de 22 anos conhecido como “Preto”. Além disso, o delegado informou que a diligências vão continuar, inclusive na Vila Palmeira, onde atua um grupo rival.

“Nesses casos especificamente que foram na região de Umbará e Tatuquara, tivemos no mês de março, um aumento no índice de crimes contra a vida. As diligências realizadas pela nossa equipe apontaram que a maior parte dessas mortes estava relacionada ao tráfico de drogas”, finalizou o delegado-titular da DHPP, Miguel Stadler completando que as operações integradas entre as polícias Civil e Militar, na região, estão surtindo resultados positivos e apresentando queda, principalmente nos crimes contra homicídios”, comentou o delegado-titular da DHPP, Miguel Stadler.

Denúncias

A população pode denunciar pelo pelo telefone (41) 3360 1400.