20°
Máx
14°
Min

Presos na Operação Pecúlio não aceitam delação premiada

Rodrigo Becker e Euclides de Barros Junior ainda estão presos. A preventiva deles foi determinada pela justiça e cumprida pela PF durante a Operação Pecúlio, em Foz do Iguaçu. Os dois são suspeitos de fraude em licitações e organização criminosa.

Os dois receberam a proposta de uma possível delação premiada, mas a defesa não aceitou, por entender que eles são inocentes. A operação apura fraudes em licitações da prefeitura que renderam aos cofres públicos, um prejuízo de mais de 4 milhões.

Além dos dois, outras quatro pessoas continuam presas de forma preventiva: Carlos Juliano Budel, Aires Silva, Melquizedeque da Silva e Nilton João Becker. A defesa de Rodrigo e Euclides pediu a revogação da prisão, mas a justiça negou.

Um novo pedido foi feito, desta vez o de habeas corpus, mas ainda não teve deferimento da justiça. Os dois estão detidos há 22 dias e a defesa garante que há provas para inocentá-los.

Colaboração: Márcio Falcão / Rede Massa