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Primeiro dia de greve dos trabalhadores da saúde não afetou atendimento

(Foto: Divulgação / Sindesc) - Primeiro dia de greve dos trabalhadores da saúde não afetou atendimento
(Foto: Divulgação / Sindesc)

O primeiro dia de greve dos trabalhadores da saúde não trouxe muitos prejuízos aos pacientes que procuraram hospitais e estabelecimentos da área nesta quarta-feira (18). Apesar da adesão dos funcionários à paralisação, a oferta de atendimento foi considerada normal. Os médicos não fazem parte da categoria mobilizada.

De acordo com a Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado do Paraná (Fehospar), os hospitais de Curitiba não mostraram “desabastecimento no atendimento à população”. Durante o dia, a maior adesão de trabalhadores aconteceu no Hospital do Idoso, no Hospital Evangélico e na Maternidade Bairro Novo, onde foi realizado reforço. Nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) foi mantido o efetivo mínimo de 30%. Foram registradas ainda mobilização em instituições particulares.

Outro local com grande adesão foi a UPA Matriz, junto ao Hospital de Clínicas. A secretaria municipal de Saúde, inclusive, orienta os pacientes a procurarem preferencialmente outras unidades de pronto atendimento. A expectativa é que a adesão aumente no turno da noite.

Uma audiência está marcada para as 14h desta quinta-feira (19), no Ministério Público do Trabalho. Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 9,8% mais 10% de aumento real, auxílio alimentação de R$ 580,00 mensais, adicional de insalubridade calculado sobre o salário base, adicional noturno de 40%, adicional por tempo de serviço de 2%. O sindicato patronal fez uma proposta de 6% de reajuste, que não foi aceita pelos trabalhadores.