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Projeto quer implantar ‘gestão inteligente’ da dengue

(Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas) - Projeto quer implantar ‘gestão inteligente’ da dengue
(Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)

Imagine a possibilidade de solucionar problemas em diversas áreas como meio ambiente, mobilidade e economia com o uso de inovações. Este é o conceito básico das “Smart Cities” – em português, “Cidades Inteligentes”. Grandes empresas, instituições de ensino e governos pelo mundo têm apostado em aperfeiçoar a infraestrutura e tornar os centros urbanos cada vez mais eficientes e melhores de se viver com o uso de tecnologias.

E o assunto foi tema de uma conferência realizada entre os dias 9 e 10 de agosto pela Prefeitura de Londrina, por meio do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), em conjunto com o Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, e apoio do Senai e Sebrae.

Durante a conferência, Agostinho de Rezende, diretor-presidente da DRZ Geotecnologia e Consultoria, apresentou uma ferramenta para a gestão inteligente da dengue. Ele explica que, em vez da tradicional prancheta utilizada pelos agentes, a coleta de dados poderá ser feita por tablets.

Também será possível a criação de um banco de dados com o mapa de toda a cidade, o que possibilitará a gestão online de todos os problemas envolvendo a endemia. “O cidadão, inclusive, poderá informar ao sistema sobre pontos de descarte irregular e indicar possíveis focos do mosquito”, acrescenta.

Para Rezende, Londrina precisa se estruturar para transformar o conceito de Smart City numa política efetiva de governo. “Já existe uma mobilização e se os atores envolvidos no processo continuarem avançando, com certeza, em breve, Londrina se tornará uma cidade fértil para se implantar soluções tecnológicas”.


 (com assessoria de imprensa)