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Reconstituição de operação e exumação de corpo tentam apontar como aconteceu morte de Julinho Kloster

Reconstituição de operação e exumação de corpo tentam apontar como aconteceu morte de Julinho Kloster

O corpo de Julinho Hudson Viana Kloster, morto durante a Operação Partenon, retornou a Umuarama nesta terça-feira (26) após ser exumado e periciado em Maringá. A família fez o pedido, pois acredita que o homem de 39 anos tenha sido executado pela Polícia Militar.

Na última semana, peritos de Curitiba foram até Umuarama e fizeram a reconstituição do caso, ocorrido em julho do ano passado. As equipes chegaram ainda de madrugada para simular toda a ação e fazer as comparações com os depoimentos dos envolvidos. 

Durante a Operação Partenon, deflagrada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública, 21 pessoas foram presas e três mortas durante o cumprimento de mandados. A polícia investigava duas quadrilhas de assaltos a caixas eletrônicos.

Em busca na casa de Julinho Kloster, os policiais militares alegam que foram recebidos a tiros e teriam revidado, atingindo com dois disparos o homem, que morreu no local. A família de Julinho contesta a versão do confronto e afirma que houve uma execução. 

Com o laudo pericial e as informações da reconstituição, a Polícia Civil tenta determinar o que teria efetivamente ocorrido.

Colaboração Alex Miranda da Rede Massa