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Servidores aprovam greve e Universidade Estadual de Maringá para a partir desta segunda-feira

Servidores aprovam greve e UEM para a partir desta segunda-feira

Servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) encheram o Restaurante Universitário na manhã desta segunda-feira (17) e, em assembleia, votaram pela greve por tempo indeterminado, assim como já tinham feito policiais civis, professores da rede estadual de educação e docentes da própria UEM.

Com isso, a universidade fica paralisada a partir desta segunda-feira. A greve foi deflagrada em virtude da notícia de que o governo do Estado não deve pagar o reajuste salarial prometido para janeiro de 2017, segundo a proposta de emenda ao orçamento enviada à Assembleia Legislativa do Paraná.

Em 2015, os servidores da educação fizeram uma greve de três meses. O governo do Estado ‘costurou’ um acordo intermediado pelos deputados e houve o fim da mobilização, com a proposta de reposição em três parcelas.

As parcelas de outubro de 2015 e janeiro de 2016 foram honradas, porém, a de janeiro de 2017 – que seria a reposição do ano anterior mais 1% - deve ser suspensa. Os servidores só devem encerrar a greve se o governo retirar a emenda enviada à Alep.

Na tarde desta segunda-feira, eles decidem como funcionarão os atendimentos no Hospital Universitário durante a mobilização. 

Policiais civis 

A 9ª Subdivisão Policial amanheceu fechada nesta segunda-feira, com os policiais civis em greve. Apenas serviços essenciais, como boletins de ocorrência de crimes contra a vida, estão sendo executados.