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UEPG envolve servidores no combate ao Aedes aegypti

(Foto: Divulgação / UEPG) - UEPG envolve servidores no combate ao Aedes aegypti
(Foto: Divulgação / UEPG)

Servidores do Bloco da Reitoria, no campus Uvaranas, e dos blocos do campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) deram a largada nesta semana à mobilização da comunidade universitária contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.

Até sexta-feira (18), a atividade coordenada pela Diretoria de Qualidade de Vida da Pró-Reitoria de Recursos Humanos, com apoio do Ambulatório de Saúde, Setor de Ciências Biológicas e da Saúde e Hospital Regional Universitário dos Campos Gerais (HURCG), vai passar por todos os setores da instituição.

A assistente social Rosângela Assumpção Cândido da Silva explica que se trata de uma ação teórica e prática, que atende à convocação dos ministérios da Saúde e da Educação para o empenho das universidades na orientação à população, sobre a prevenção à proliferação das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

(Foto: Divulgação / UEPG)

A dinâmica consiste numa palestra rápida de profissionais da saúde, com informações sobre a dengue, chikungunya e zika. Em seguida, os servidores são convidados a fazer uma varredura nas imediações dos prédios onde trabalham, para verificar potenciais meios para reprodução do mosquito.

Na palestra desta segunda-feira a enfermeira Sônia Ramos Tosato, do Ambulatório de Saúde da UEPG, falou aos servidores sobre os principais sintomas de cada doença; apresentou dados epidemiológicos, com número de casos registrados no Brasil e no Paraná; e fez alertas sobre os riscos para a saúde, caso não sejam devidamente tratadas, com acompanhamento médico. “Os sintomas são muito parecidos”, diz, citando a febre, dores nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos como principais características que podem estar presentes (ou não) em maior ou menor intensidade de acordo com o estágio da doença.

Falando dos riscos de cada doença, que podem levar até a morte, Sônia Tosato frisou a necessidade de se prevenir, por meio do combate ao mosquito Aedes aegypti. Disse que cada um pode dar sua contribuição, cuidando da sua casa, da sua vizinhança e também do seu local de trabalho. “O fundamental é eliminar locais onde o mosquito possa depositar seus ovos e se proliferar”, disse, alertando que esse cuidado deve ir além dos vasos de plantas, pneus, calhas e locais que possam represar a água. “Um vaso sanitário pouco utilizado, ralos de banheiros, garrafas vazias, folhas de plantas, bandejas de ar condicionado, lonas e tubulações, tudo pode servir para o aedes depositar os ovos”.

(Foto: Divulgação / UEPG)

O reitor Carlos Luciano Sant’Ama Vargas disse que essa deve ser uma ação continuada. “Periodicamente devemos fazer essa varredura”, disse, ao comentar que o avanço dessas doenças, que se imaginava já estarem erradicadas, se deve muito em função da falta de conscientização das pessoas. “Já se sabe que o mosquito está em constante mutação e está se adaptando às regiões de clima frio, como também vem adquirindo resistência aos inseticidas”. Para o reitor, as pessoas precisam se conscientizar que a situação é grave e que todos estão sujeitos ao contágio. “A universidade precisa se colocar como exemplo”, diz.

Na quarta-feira (16), se envolvem os servidores dos blocos ‘E’ e ‘F’ e do Centro de Convivência; no período da manhã; e à tarde, os órgãos das imediações da Prefeitura do Campus e PDE.

Na quinta-feira (17), o bloco ‘M’, no período matutino; e a Fazenda Escola, no vespertino. Para sexta-feira, estão previstas ações no bloco de Educação Física e CDR, a partir das 9h.

Colaboração Agência Estadual de Notícias.