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Um mês após série de mortes em Londrina, investigação segue em silêncio

(Foto: Tribuna da Massa/Reprodução) - Um mês após série de mortes em Londrina, investigação segue em silêncio
(Foto: Tribuna da Massa/Reprodução)

A madrugada de 29 de janeiro de 2016 ficará marcada como a mais violenta da história de Londrina. Em menos de 24 horas, 12 pessoas foram assassinadas e outras 13 baleadas em uma série de mortes possivelmente desencadeada pela execução do policial militar Cristiano Luiz Botino, de 34 anos, na zona norte da cidade.

Um mês depois, ainda não há respostas sobre autoria e motivação dos crimes. Questionada, a Polícia Civil respondeu, via assessoria de imprensa, que “ninguém falará sobre o caso para não atrapalhar os andamentos das investigações”.

Vinte inquéritos foram abertos para apurar as mortes registradas em Londrina. Uma força-tarefa foi instaurada na cidade logo após os crimes. Em duas semanas, 75 pessoas foram presas, mas nenhuma delas ligada ao episódio.

Em entrevista coletiva, o secretário estadual de Segurança Pública, Wagner Mesquita, afirmou que “não há pressa” na solução do caso para evitar conclusões equivocadas.