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Vai viajar no feriado? Não esqueça do cinto de segurança

(Foto: Divulgação) - Vai viajar no feriado? Não esqueça do cinto de segurança
(Foto: Divulgação)

Apesar de o dia 7 de setembro cair no meio da semana, em Curitiba também é feriado no dia 8, pois se homenageia a padroeira da cidade, Nossa Senhora da Luz. Por isso, muitos curitibanos pretendem emendar a sexta-feira e desfrutar um"feriadão" essa semana.

A URBS – Urbanização de Curitiba, que administra a Rodoferroviária, estima que cerca de 38 mil passageiros deverão deixar Curitiba nos dias 6 e 7 de setembro, embarcando em 1.170 ônibus que partem da Estação Rodoferroviária. Com o grande movimento nas estradas, é necessário reforçar a importância do uso do cinto de segurança nos ônibus.

“Esse parece ser um assunto já batido e desgastado, mas, infelizmente, a falta do uso do cinto ainda é uma das maiores causas de acidentes de trânsito com vítimas fatais no nosso País. Por isso, não pode ser esquecido. Temos que encontrar alternativas para enfrentar esse problema de forma efetiva”, justifica Roberto Teixeira, diretor executivo da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina, a Fepasc.

Uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) mostrou que 98% dos passageiros ignoram o cinto de segurança nas viagens de ônibus. “A segurança também depende do comportamento dos usuários, que precisam exigir o cinto, e, ao entrar nestes veículos, não deixar de usá-lo”, defende Mauro Gil Meger, vice-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

“As empresas de transporte de passageiros sempre reforçam em suas viagens a obrigatoriedade do cinto. Antes de dar partida no veículo, o motorista se apresenta aos passageiros e ressalta a importância do uso do equipamento. Esse é o nosso procedimento padrão, mas, ainda assim, muita gente esquece”, alerta Roberto Teixeira.

Estudos comprovam que o cinto de segurança reduz em 70% as lesões e em 40% o risco de morte dos passageiros, mas ainda há um longo caminho de conscientização. “Nós da Fepasc sempre procuramos apoiar campanhas que alertam sobre o uso do cinto de segurança. Essa é uma mudança de hábito que pode salvar muitas vidas”, finaliza o diretor da entidade.

Colaboração Assessoria de Imprensa