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“A condição é de sobrecarga, falta material, mão de obra e, a Prefeitura não cumpre a hora atividade”, diz Sindicato

(Foto: Sismuc) - Sindicato denuncia desrespeito com trabalhador da educação Municipal
(Foto: Sismuc)

A situação da falta de vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) de Curitiba já é de conhecimento público. O caso é acompanhado pelo Ministério Público, o que se tornou a ‘esperança’ de solução para os pais e mães que precisam das vagas para os filhos, já que a Prefeitura não resolveu a questão. Agora, o que algumas pessoas podem não saber, e que está sendo aos poucos denunciado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sismuc), é que servidores de alguns Cmeis também estão sendo vítimas da Administração Pública.

Conforme o Sindicato, que promoveu um protesto em frente ao Cmei Campo Alegre na terça-feira (6), com a intenção de divulgar além do que classificou como “prática antissindical da direção e do núcleo regional, que impediram a entrada de representantes do Sindicato no local”. “No sábado (3), diretores do sindicato foram impedidos de entrar no Cmei pela direção e núcleo regional, mesmo com aviso da visita”.

A direção do sindicato afirmou ainda que uma situação bastante grave é registrada no Cmei. “A condição é de sobrecarga, falta de servidores e falta de material, além do não cumprimento de hora atividade”. A direção do Sismuc, afirma que “são situações que ocorrem também em outros locais, o que reflete desrespeito com a categoria. “Professores preparam aula em casa”.

As consequências já vêm sendo percebidas. “adoecimento dos trabalhadores e desrespeito à saúde do trabalhador e o seu necessário tratamento”. O sindicato afirma que deve abrir denúncia no Ministério Público do Trabalho. “O projeto da Unidade de Saúde Campo Alegre ficou dois anos parado, com mato alto. É preciso mobilização. Agora temos que olhar para a educação de nossos filhos, e lutar por melhores condições para isso”, avalia Irene Rodrigues, coordenadora geral do Sismuc.

Colaboração Sismuc