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Mudança X continuidade. Quem vence o segundo turno? Ulisses ou Barros?

No primeiro turno, Barros fez 39,69% dos votos, enquanto Maia chegou aos 28,87¨% - Mudança X continuidade. Quem vence o segundo turno? Ulisses ou Barros?
No primeiro turno, Barros fez 39,69% dos votos, enquanto Maia chegou aos 28,87¨%

Um dia após as eleições municipais que definiram o segundo turno em Maringá, Sílvio Barros (PP) e Ulisses Maia (PDT) planejam como agir no segundo turno, em busca de votos e apoiadores. Cerca de 20% dos eleitores não votaram nesse domingo (2), então são perto de 40 mil votos que ainda podem ser disputados, além dos aproximadamente 60 mil depositados nos outros seis candidatos a prefeito.

Os dois concorrentes representam opostos nesta campanha, já que Barros tenta o terceiro mandato como prefeito e substituiria seu ex-vice, Roberto Pupin, o que seriam 16 anos do mesmo grupo no poder. Ulisses Maia prega a mudança e se apresenta como mente de um novo projeto para Maringá.

Sílvio Barros

Na manhã desta segunda-feira (3), Sílvio Barros falou com o portal Massa News e contou que vai procurar apoiadores para o segundo turno, especialmente dos candidatos que têm afinidades com seu plano de governo. Ele defende que Maringá vive um bom ciclo que deve continuar.

“Buscar pessoas que querem assegurar que Maringá continue com uma qualidade de vida que a cidade tem”, declarou. Sobre a renovação de 80% da Câmara,  destacou que nove dos 15 vereadores são de sua coligação, o que poderia lhe conferir um bom relacionamento com o Legislativo para a tramitação de projetos.

Ulisses Maia

O vereador Ulisses Maia acredita que tem chances de vencer o segundo turno e argumenta que 60% dos eleitores já votaram pela mudança no primeiro turno, já que não apoiaram o candidato da situação. Ele ainda fez críticas ao atual grupo no poder, apontando que são 515 comissionados que custam R$ 25 milhões ao ano para a cidade.

Com relação ao Legislativo, ex-presidente da Câmara, o candidato do PDT afirmou que tem um bom relacionamento com os eleitos e resgatou o papel do Legislativo. “A Câmara tem que ser independente, nem a favor e nem contra o prefeito, mas a favor da cidade.”

Colaboração Geovan Petry e Creval Sabino da Rede Massa