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Ney Leprevost diz que vai trabalhar pelos mais humildes

(Foto: Divulgação) - Ney Leprevost diz que vai trabalhar pelos mais humildes
(Foto: Divulgação)

Em encontro com trabalhadores da Rodolatina Transportes e Logística Ltda, no bairro Riviera, o candidato Ney Leprevost  disse que vai reduzir gradativamente a tarifa de ônibus e desatar os nós do trânsito. “Fico indignado em saber que circulam em Curitiba mais de 260 ônibus sucateados, misturados à frota, causando insegurança aos passageiros e poluindo o meio ambiente”, explicou.

Ney disse que é seu compromisso abrir a caixa preta da URBS e reafirmou seu propósito de usar todos os recursos da Prefeitura para ajudar aos mais humildes. “Vamos fazer da FAS – Fundação de Ação Social a RE-AÇÃO SOCIAL, com a implantação de um cadastro de excelência na área social, permitindo através de georreferenciamento, ter um diagnóstico preciso da situação e localização das pessoas em vulnerabilidade social e situação de risco, que necessitam do apoio do município, partindo das pessoas que utilizam serviços de assistência pública, disse.

Leprevost disse também que vai reorganizar a rede de proteção social através de parcerias com entidades de ação social e instituições para atender as demandas de acolhimento, tratamento e reinserção destes cidadãos ao convívio social. Para os moradores de rua, Ney Leprevost vai implantar o CRIS - Casa de Reabilitação e Integração, com acolhimento de pessoas em situação de risco e vulnerabilidade social para encaminhamento na área da saúde, terapêutico, apoio aos familiares e capacitação através dos serviços estruturados pela rede de proteção social para promover sua reinserção à sociedade ou retirá-lo da condição de miséria.

O vereador Felipe Braga Cortes, que também estava presente, disse que  Ney Leprevost vai fazer uma Prefeitura diferente, porque não tem amarras com o atual governo municipal ou estadual e nem compromisso com os poderosos. Por fim,Ney convocou a todos a participar da Corrente do Bem e mostrar a força da população curitibana. “Quem elege o prefeito não são os poderosos do transporte coletivo, nem da máfia dos radares e do anti-pó. É o povo”, disse.