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PF cumpre três dos sete pedidos de prisão em operação no Petros e no Postalis

Já foram cumpridos três dos sete mandados de prisão temporária pedidos na Operação Recomeço, da Polícia Federal (PF), que investiga desvio de R$ 90 milhões dos fundos de pensão Petros, dos funcionários da Petrobras, e Postalis, dos Correios. A PF informou nesta sexta-feira, 24, que foram presos, em Brasília, um ex-diretor financeiro do fundo Postalis e, no Rio, um homem ligado ao grupo Galileo e um dos donos da Universidade Gama Filho. A nota da PF não informa nomes, mas o Ministério Público Federal (MPF) informou mais cedo que a PF havia pedido a prisão de Adilson Florêncio da Costa, ex-diretor financeiro do Postalis.

Entres as pessoas ligadas ao grupo Galileo, tiveram a prisão pedida os sócios Márcio André Mendes Costa e Ricardo Andrade Magro. Entre os donos da Universidade Gama Filho, foram pedidas as prisões de Paulo César Prado Ferreira da Gama e Luiz Alfredo da Gama Botafogo Muniz. A Galileo era controladora da Universidade Gama Filho, que encerrou as atividades em 2014.

A operação cumpre, desde a manhã desta sexta-feira, sete mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Segundo a PF, os fundos de pensão teriam adquirido cerca de R$ 100 milhões em debêntures emitidas pela Galileo para a recuperação da Gama Filho, mas os recursos não foram aplicados na universidade.