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Presidente do PMDB afirma que arrecadação foi legal

O PMDB nega envolvimento em ilícitos. O presidente do partido, senador Romero Jucá, divulgou nota via assessoria de imprensa. "O PMDB sempre arrecadou recursos seguindo os parâmetros legais em vigência no País. Doações de empresas eram permitidas e perfeitamente de acordo com as normas da Justiça Eleitoral nas eleições citadas", afirmou ele, cotado para assumir o Ministério do Planejamento de um eventual governo de Michel Temer.

Na nota, o partido informa que "em todos esses anos, após fiscalização e análise do Tribunal Superior Eleitoral, todas as contas do PMDB foram aprovadas não sendo encontrado nenhum indício de irregularidade". O PMDB negou todas as acusações de delatores. E disse que nunca autorizou ninguém a ser intermediário do partido para arrecadar recursos.

Procurado, Eduardo Cunha não foi localizado. O presidente afastado da Câmara vem negando envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. O senador Renan Calheiros nega relação com o esquema e recebimentos de propina.

Jorge Zelada, por meio de sua defesa, disse que as denúncias contra eles são "absolutamente improcedentes" e que ele não recebeu propina. A defesa de João Henriques não foi localizada. Em outras ocasiões, ele negou irregularidades e informou ter recebido comissões por intermediações de contratos. Nestor Cerveró e Fernando Baiano confessaram envolvimento com o esquema, em suas delações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.